Localizada ao sul do Egito, no geral seu vestuário é semelhante às dos Egípcios. O traje típico compunha de tanga simples de lã ou couro, sobre a qual se usava uma peça semelhante a uma capa. Aos poucos cintos e véstias confeccionados com um tecidos elástico foram acrescentados.
Aqui também se diferenciava as classes sociais pela idumentária. A tanga passou a ser usada pelas classes altas apenas como traje de cerimônia; nas ocasiões informais, preferiam as roupas longas.
As roupas eram feitas com um tecido opaco. O tecido era retangular, alongado que cobria o corpo do peito até os pés.
Pouco tempo depois, a roupa passou a ser confeccionada em duas peças, com a parte da frente mais longa que a de trás. A parte mais comprida da frente era franzida em pregas, dispostas de modo a produzir uma graciosa silhueta. Este traje era mais ajustado ao corpo e o franzido produzia muitas pregas oblíguas, as quais os artistas etíopes representavam por pinceladas paralelas que segerem mais um tecido com motivos decorativos do que pregas de um drapejamento. Esses trajes só chegavam à altura dos quadris, os homens usavam véstias elásticas com mangas curtas. Muitos, porém, usavam traje que chegava ao pescoço, com mangas justas descendo até os punhos. Essa idumentária já se tornara o traje principal das dama da nobreza. Era feita com tecidos decorados e usada sem cinto, mais longa na frente do que atrás, franzia-se em pregas e era do mesmo modo já descrito.
Esse traje longo e com pregas franzidas era muito diferente do estilo egípcio, e a diferença era fortemente acentuado por uma estola bem larga e ornamentada com bolas, que pendia de um ombro e passava por baixo do outro braço. Isso conferia ao traje dos nobres etíopes um caráter semelhante ao dos trajes de cerimônia da corte assíria.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
